terça-feira, 15 de maio de 2012

Ação promocional agita a Alfama Cursos



No dia 11 de maio, a Alfama Cursos realizou uma ação promocional do Grupo LL4. O intuito do encontro que aconteceu na sede da Alfama Cursos é deixar os grupos apresentarem os benefícios que fornecem para todos os funcionários.


Foram realizadas matrículas com desconto, sorteio de cursos de extensão, além de um sorteio bem especial. As mulheres da empresa participaram de um outro sorteio que dava um spa day em homenagem ao dia das mães, que aconteceu no último domingo, 13.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Dia das mães na Alfama

Neste domingo, dia 13, o mundo inteiro comemora o Dia das Mães e é claro que a Alfama não poderia esquecer. Por isso, você, aluno da nossa Alfama, deve ir ao Facebook e participar da nossa promoção. Corre lá que ainda dá tempo e um excelente dia para todas as mães alfamaníacas!


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Brasileiro investe mais na educação



Os gastos do brasileiro com educação vêm aumentando e sinalizam que as próximas gerações serão mais preparadas para alavancar o desenvolvimento do país e equiparar-se às nações desenvolvidas que tiveram na educação a variável mais importante para a qualificação profissional, o desenvolvimento da indústria, adotando novas tecnologias e inovação. A pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) Inteligência mostra que este ano o brasileiro vai gastar R$ 49,55 bilhões com educação básica e superior, ou seja, 13,5% a mais em comparação com 2011.

O gasto per capita atingirá R$ 303,92. Esses resultados mostram um aumento em relação ao ano passado, quando o gasto total foi de R$ 43,61 bilhões e o per capita, de R$ 267,68. Os dados, divulgados no Dia Mundial da Educação, em 28 de abril, foram estimados pelo Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência.

O Instituto informa ainda que a classe B, responsável por 24,45% dos domicílios urbanos, é a que apresenta maior potencial de consumo no segmento: 58,26%. A classe C, com 52,38% dos domicílios em áreas urbanas, responde por 18,67% do potencial de consumo da categoria, enquanto a classe A (2,6% dos domicílios) tem potencial de 21,55% e a DE (20,58% dos domicílios), de 1,53%.

A família de Luiza Dunguel, de 36 anos, professora de educação física e que estuda para fazer concursos públicos, conta que ajuda nas despesas que ela tem com a formação da filha adolescente de 15. Vanessa Dunguel cursa o ensino médio, que custa cerca de R$ 1,5 mil por mês. Também frequenta aulas de inglês, com uma despesa adicional de R$ 340 mensais. As aulas de balé custam mais R$ 340 mensais.

“Gastamos bastante com a educação da Vanessa. Temos que colocar também o combustível que gastamos para vir até a escola”, disse. Ela lembrou que Vanessa é a neta mais velha e que os avós e tios fazem questão de pagar as mensalidades da escola.

O engenheiro mecânico Helder de Souza Werneck, de 49 anos, considera a educação como um dos melhores investimentos. Ele tem duas filhas, Gabriela de 14 anos e Tainá de 19, e gasta em média com cada uma R$ 1.600 por mês. “Uma está na escola e a outra faz cursinho de vestibular. Além disso, pago por eventuais aulas de reforço particular e curso de inglês”, explica o engenheiro, que incentiva as filhas a focarem no estudo como meio de crescimento. “Por experiência própria. Inicialmente fui incentivado por meus pais e mais tarde eu mesmo procurei investir na minha educação, fazendo pós-graduação, mestrado e melhorando o inglês. Sei que foi a melhor coisa que eu fiz”, completa.

Regiões

Por região, o estudo mostra que o Sudeste tem o maior potencial de consumo, com 56,85%, seguido do Sul (15,32%) e do Nordeste (14,86%). O Centro-Oeste tem um potencial de 8,31% e o Norte, de 4,66%. Com relação ao consumo per capita, a estimativa de gasto no Sudeste é de R$ 373,07 por ano, seguido do Sul (R$ 323,48) e do Centro-Oeste (R$ 322,87). A região Norte aparece com um consumo de R$ 192,88 e o Nordeste, com R$ 187,18.

O cruzamento de dados por região e classe social mostra que a classe B do Sudeste tem o maior potencial de consumo, com R$ 17,30 bilhões, e a classe D/E da Região Norte o menor, com R$ 60 milhões.

Do Correio Braziliense