terça-feira, 23 de abril de 2013

Educação a distância ganha espaço no Brasil


A busca por conhecimento deve andar lado a lado com as evoluções tecnológicas e sociais. Partindo dessa ideia, o ensino a distância passou a ser bem visto no país. Indicado para profissionais atuantes no mercado de trabalho e que possuem pouco tempo para se dedicar a um curso presencial, os cursos a distância vem garantindo seu espaço entre aqueles que desejam se especializar.O uso da internet como principal ferramenta de estudo e interação garante ao aluno uma abrangência maior na busca de conteúdo. Vale ressaltar que essa busca deve ser filtrada. Nem tudo presente na internet pode ser usado como verídico. Além de exigir mais disciplina do aluno, a educação a distância cria profissionais mais qualificados, uma vez que estes estarão integrados às novas tecnologias e solicitações do mercado de trabalho.

Tecnologia
Para este ano letivo, cerca de 75 mil estudantes de 150 escolas privadas do país passarão a adotar tablets como ferramenta em sala de aula. O projeto Uno Internacional, do grupo Santillana, prevê maior informatização no aprendizado escolar. O grupo pretende substituir os projetores digitais por lousas digitais e o uso obrigatório de iPads pelos professores. Existe ainda a ideia de levar essa mesma tecnologia aos alunos. Para acompanhar a evolução pedagógica, o grupo oferecerá aos docentes, diretores e profissionais de TI oficinas e acompanhamento periódico durante o ano letivo.
Como um reforço para o debate sobre a qualidade da EAD, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou em São Paulo, que os tablets distribuídos pelo governo para os professores nas escolas públicas de todo o país contarão com as aulas do educador Salman Khan em português.O comunicado foi feito durante o lançamento da edição 2012 das “Olimpíadas de Língua Portuguesa – Escrevendo o Futuro”. Segundo o ministro, há uma defasagem de professores da educação básica em exatas e biológicas, disciplinas que consagraram Khan.“Nós temos uma grande deficiência de professores de matemática, física e química e que não será resolvida a curto prazo no ensino médio”, afirmou.Os interessados em fazer parte do grupo de educadores a distância, podem se especializar por meio de cursos de pós graduação específico para a área.


Fonte:http://bit.ly/15F1Rib

quinta-feira, 18 de abril de 2013

O computador pode substituir o professor?

 
 



O professor indiano Sugata Mitra é um dos maiores pesquisadores na área de tecnologia e
seu mais emblemático experimento é o “Hole in the Wall” (Buraco na Parede, em tradução livre). Sugata Mitra colocou um computador com acesso à internet no muro de uma favela em Nova Delhi, na Índia e, com auxílio de câmeras, observou o processo durante dois meses. O resultado? Crianças que nunca viram um computador e não sabiam inglês aprenderam rapidamente a navegar na internet e ainda ensinavam outras crianças. “Em 9 meses, as crianças atingem o nível de secretárias que trabalham com o computador no escritório”, disse Mitra.
Essa experiência pode ser uma solução para um dos problemas que Mitra encontra na Educação atualmente: a falta de escolas. “Ela demonstra que crianças expostas ao computador rapidamente entendem seu funcionamento” e os benefícios não tardam a aparecer: melhora a leitura, a compreensão e a capacidade de responder a perguntas. Porém, a principal transformação que esse aprendizado realiza nas crianças é outra. Elas ficam mais confiantes, a autoestima cresce, a postura muda. “Elas dizem para si mesmas que são capazes de fazer o que as outras crianças fazem, mesmo que não tenham a mesma condição financeira”, relata Mitra.
 
Falta de interesse
O segundo problema diagnosticado por ele é o desinteresse dos alunos. A solução é simples: saber instigar as crianças com a ajuda do computador. Hoje, a principal reclamação dos alunos é não entender por que estão aprendendo determinada matéria. “Trigonometria, por exemplo, é uma palavra que apavora todo mundo”, exemplifica.
Uma história real mostra como despertar o interesse das crianças. Em Hong Kong, Mitra perguntou aos alunos como um Ipad sabe sua localização e deixou que pesquisassem na internet. Trinta minutos depois, os alunos aprenderam que três satélites estavam envolvidos no trabalho. E, depois de outra rápida pesquisa, descobriram que o Ipad usava trigonometria. “Perguntei se eles queriam saber como isso funcionava e os meninos de 12 anos responderam que sim! E então eu disse ao professor de matemática: “agora a porta está aberta””.
O modelo atual de Educação, que ignora as mudanças promovidas pela tecnologia, também contribui para o desinteresse dos alunos, acredita Mitra. “Uma criança lê uma página inteira, mas não consegue entendê-la, interpretá-la”, aponta. Para ele, isso é fruto de um modelo ultrapassado de Educação “definido 300 anos atrás”, que prioriza a capacidade de decorar informações. Naquela época isso fazia sentido, já que o cérebro era a principal ferramenta para armazenar dados; mas hoje existem diversos dispositivos que podem realizar essa tarefa. “A memória não é o mais importante, mas sim, a capacidade de compreensão e de discernimento sobre as informações que lê”, defende. O sistema educacional ainda não entende isso: “se um aluno perguntar se pode levar um pendrive para fazer a prova, a resposta será não.”
Voltando à polêmica sobre a necessidade de um adulto que intermedeie o processo de aprendizagem, Mitra explica que o papel do professor assim como o currículo devem ser reformulados para que as crianças se interessem pelo estudo. Hoje, o professor ensina um método para solucionar problemas e explica quando usá-lo. Para ele, as crianças devem ter a possibilidade de encontrar um método sozinhas e o professor deve apoiar e instigar esse processo.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Hoje é o dia da voz!

 
 
 
Você já deve ter ouvido falar que a maçã faz bem para a voz, mas talvez não saiba exatamente o porquê. A maçã é considerada uma espécie de escova de dente natural, pois ajuda na limpeza bucal e sua ação adstringente favorece a sensação de frescor. Morder e mastigar uma maçã estimula as gengivas e o sabor aumenta a quantidade de saliva, diminuindo o número de bactérias na boca, evitando assim as cáries. Com mais saliva na boca você pode manter mais hidratada essa região e, portanto, evitar aquela sensação de boca seca que tanto atrapalha ao falar! Além disso, ao mordê-la, por ser necessária uma abertura de boca e ao mastigá-la, por oferecer certa resistência, ela favorece a soltura da musculatura que está envolvida com a articulação das palavras. Dessa forma, podemos concluir que a maçã ajuda na produção da voz